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Alegria de viver em Cristo

Escrito por Pr. Bruno Nakakura.

ALEGRIA DE VIVER EM CRISTO

   Ao longo de muitos anos na Igreja, tive a oportunidade de acompanhar um grande número pessoas que deixaram a comunhão do corpo de Cristo por causa de vários fatores. Dentre os motivos destas saídas, na sua maioria temos questões que englobam decepções, sofrimentos e mágoas. Quando aceitamos a Jesus como nosso único Senhor e Salvador, temos a impressão de que nada mais poderá dar errado em nossa vida, que teremos sempre vitórias e que seremos felizes em todos os lugares, principalmente na Igreja. A grande verdade é que o fato de aceitarmos a Jesus não nos priva por passar tribulações, pelo contrário, acredito que a partir desta decisão, as lutas, problemas e dificuldades se tornam parte da vida do Cristão, mas de uma maneira especial. Sim, especial do ponto de vista que podemos crescer e amadurecer, nos tornando aptos para toda boa obra.

   Não quero através deste artigo desmerecer, ou mesmo depreciar os motivos pelos quais  levaram muitas pessoas a deixar o convívio congressional, e por consequência a vida com Deus, mas balizar para algo que do ponto de vista bíblico pode revelar-nos um fator importante: O abandono da Fé. Vemos os grandes heróis da Fé vivenciando experiências que lhes dariam motivos para largar o seu ministério, ou mesmo o seu relacionamento com Deus. Temos Davi, que antes de ser Rei foi rejeitado pelo seu Pai e irmãos (I Samuel 16), temos Elias, o profeta, que pensou estar sozinho, escondendo-se numa caverna (I Reis 19), temos José que foi lançado pelos seus irmãos numa cova, sendo entregue a sorte (Gênesis 37). Mas um dos testemunhos de vida que mais falam ao meu coração é o de Paulo, em II Coríntios 11 nos versos 24 a 25 temos:

“dos judeus cinco vezes recebi quarenta açoites menos um. Três vezes fui açoitado com varas, uma vez fui apedrejado, três vezes sofri naufrágio, uma noite e um dia passei no abismo; em viagens muitas vezes, em perigos de rios, em perigos de salteadores, em perigos dos da minha raça, em perigos dos gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre falsos irmãos; em trabalhos e fadiga, em vigílias muitas vezes, em fome e sede, em jejuns muitas vezes, em frio e nudez.”

Talvez o Apóstolo Paulo tivesse motivos para largar a Cristo, no entanto, mesmo sofrendo tudo o que sofreu declarou:

“já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que agora tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim”. (Gálatas 2:20)
“Mas longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu, para o mundo: . (Gálatas 06:14)


“Fiz-me tudo para com todos, com o fim de, por todos os modos, salvar alguns. Tudo faço por causa do Evangelho, com o fim de me tornar cooperador com ele. (I Co 09:22-23)


“Quanto a mim, estou sendo já oferecido por libação, e o tempo da minha partida é chegado. Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé. Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, o reto juiz, me dará naquele Dia; E NÃO SOMENTE A MIM, MAS TAMBÉM A TODOS QUANTOS AMAM A SUA VINDA”. (1 Tm 04:06-08)

 

   O que manteve Paulo firme mesmo após passar por todas as lutas, tribulações, apertos diversos e pressões? Posso te afirmar que foi o amor e a alegria de poder servir ao Deus da sua Salvação. Esta alegria pode te levar a passar por todas as coisas, te dando a possibilidade de permanecer firme diante de qualquer situação. A mensagem vivida por Paulo em suma reflete o verso 13 de Filipenses 04 que diz: “Posso todas as coisas naquele que me fortalece”, diferentemente do que é pregado nos nossos dias o Apóstolo se referia ao maior valor que um Cristão pode ter; que é o de passar por tudo estando em Cristo, seja fome, necessidade, fartura ou abundância. O Evangelho de hoje se fragiliza por apenas enfatizar que podemos ter todas as coisas através de Cristo, não nos preparando para os momentos de perda, tempestade, sofrimento e angústias. Viver em Cristo é entender que nada poderá nos separar do amor que foi ratificado na Cruz. Viver esta verdade te leva além dos traumas, te leva além das decepções, faz você seguir mesmo que humanamente tudo pareça perdido. Não será o fim de um relacionamento, ou mesmo a decepção com o teu pastor, ou a mágoa de um irmão que te afastará do seio da Igreja.

 

   Quando entendemos e sentimos este amor, compreendemos que podemos viver pra Ele e verdadeiramente sermos para o louvor da sua glória. Não vemos mais prazer nas coisas deste mundo, queremos apenas agradá-lo seguindo a sua palavra. Olhando para este prisma podemos compreender o Salmista quando declarou: “Mas vale um dia na tua presença do que mil em outro lugar” (Salmo 84:10). Deixe esta alegria te contagiar, viva para Cristo.

 

Deus abençoe!

Pr. Bruno Nakakura

www.brunonakakura.com.br


Dependencia e Confiança

Escrito por Pr. Bruno Nakakura.

   Um dos maiores desafios para o homem é depender e confiar em Deus, mesmo tendo significados distintos estas palavras estão intimamente ligadas. Não há como confiar em Deus sem depender dele, ou mesmo depender sem confiar. Ele nos deu a oportunidade de escolha (Deuteronômio 30:19-20 / Isaías 48:18), de forma que podemos seguir a sua palavra esperando nele (Salmo 40:01), ou simplesmente agir por conta própria confiando na força do nosso braço. Neste contexto, o homem pode escolher o caminho em que quer andar, por isso Jesus declara: 
 
   “Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai se não for por mim” João 14:06. 
“Mas todo aquele que ouve estas minhas palavras, e não as põe em prática, será comparado a um homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia” Mateus 7:26

   A escolha de seguir a Jesus nos conduz a um encontro com Deus, somos direcionados através do seu Espírito (Romanos 08:14) a viver segundo a sua vontade. Nesta relação, o criador nos fornece diretrizes de como devemos caminhar, sendo a sua palavra à regra de conduta e vida.  Entender esta vontade é um desafio e tanto, pois implica negar-se a si mesmo, dependendo e confiando 100% na sua palavra
   Infelizmente o homem escolheu seguir o caminho sem Deus, a desobediência de Adão gerou o pecado e consequentemente a morte (Romanos 05:12). Os desejos de independência aliados à desconfiança foram à base desta queda (separação). A oferta da serpente foi “se vocês comerem do fruto os vossos olhos se abrirão, e sereis como Deus”, em outras palavras a serpente estava afirmando duas coisas; 1. “Vocês precisam enxergar algo que Deus está ocultando de vocês”, os vossos olhos se abrirão (gerou desconfiança).  2. “Deus não quer que vocês conheçam o bem e o mal, sereis como Deus (gerou um sentimento de independência). O maior objetivo de Satanás é destruir o relacionamento do homem com Deus, roubando-lhe a verdadeira vida. Como o inimigo é astuto! Fora do propósito de Deus, o homem é simplesmente pó, sem vida e destinado à morte eterna (Salmo 01:04-06). Dentro do propósito de Deus temos condições de ter um relacionamento com bases na verdade e firmado principalmente na Confiança e Dependência. O salmista declara no Cap. 20 verso 07: 

“Uns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós faremos menção do nome do Senhor nosso Deus”.

   Por trás deste verso existe um significado muito grande e de enorme valia para nós. Foi escrito por alguém que procurou agradar a Deus e tinha dentro de si um desejo ardente de honrá-lo. Davi foi o autor deste salmo, e o compôs na perspectiva de experiências vividas em batalhas e momentos difíceis de sua vida. Vemos na história deste grande homem a sua dependência no Senhor, foi assim quando pastoreava o rebanho de seu Pai (I Samuel 17:34-37), quando pelejou contra o Gigante (I Samuel 17:45-47) e quando foi estabelecido Rei (II Samuel 2:1-4 e II Samuel 5:1-2). Davi declara a força do Deus de Israel, sendo o Senhor o seu sustento e poder. Para compreendermos o verso 07 do capítulo 20 de Salmos, temos que regressar ao livro de Deuteronômio no Capítulo 17, Moisés enfatiza no verso 16 o perfil do líder que deverá conduzir a Nação de Israel, entre os vários direcionamentos e ordenanças o texto diz:

“Porém ele não multiplicará para si cavalos, nem fará voltar o povo ao Egito para multiplicar cavalos; pois o SENHOR vos tem dito: Nunca mais voltareis por este caminho.”

   Por que não multiplicar para si cavalos?! Antes de responder esta pergunta temos que entender o significado deste animal e o que representava. Os grandes exércitos daquela época eram compostos por cavalos, carros e cavaleiros. Media-se a força de um exército com a quantidade destes itens. O primeiro relato bíblico de um exército com esta força de batalha, foi descrito exatamente na saída do povo de Israel do Egito, Faraó persegue o povo de Deus com o seu exército, Êxodo 14:09-10:

   “Os egípcios, com todos os cavalos e carros de Faraó, e os seus cavaleiros e o seu exército, os perseguiram e os alcançaram acampados junto ao mar, perto de Pi-Hairote, diante de Baal-Zefom. Quando Faraó se aproximava, os filhos de Israel levantaram os olhos, e eis que os egípcios marchavam atrás deles; pelo que tiveram muito medo os filhos de Israel e clamaram ao Senhor”

   O Senhor não queria que o seu povo dependesse da força de animais, ou mesmo de itens de guerra que pudesse enfatizar a força do seu exército. O povo deveria olhar para Senhor, confiar na força do seu braço, dando a Ele a Glória devida ao seu nome. Mais poderoso do que o exército inimigo é o Deus de Israel! Oh Glória! No entanto, Israel se intimidou e tirou os olhos do seu Libertador, temos dois pontos aqui que merecem uma reflexão.

1.Israel olhou para a Força do Exército inimigo: lembrou-se do tempo de escravidão no Egito, temendo seus ex-opressores. O corpo havia sido liberto, mas a alma ainda estava escrava.
2.Israel olhou para si próprio: vendo que não havia força para destruir aquele poderoso exército, esquecendo-se do seu Deus. Quantas vezes olhamos para nós mesmos e temos uma reação semelhante frente às batalhas da vida.

   O Povo mostrou a sua fraqueza! Na sequência vemos os versos 11 e 12:

“e disseram a Moisés: Foi porque não havia sepulcros no Egito que de lá nos tiraste para morrermos neste deserto? Por que nos fizeste isto, tirando-nos do Egito? Não é isto o que te dissemos no Egito: Deixa-nos, que sirvamos aos egípcios? Pois melhor nos fora servir aos egípcios, do que morrermos no deserto”

   Israel se esqueceu de como Deus o tirou do Egito com mão forte. Moisés repreende o povo, mostrando que o Senhor é quem peleja a guerra. Quando decidimos lutar com as nossas forças temos duas características expostas por Moisés durante a sua repreensão; o medo e a inquietude. A primeira nos impede de confiar, nos privando de viver o amor de Deus (1 Jo. 4.18). Pessoas que têm medo de se relacionar geralmente têm dificuldade de confiar. A segunda nos impede de descansar, neste caso, entra a ansiedade e esta nos conduz a precipitação. Muitas pessoas deixaram de provar o melhor da terra porque se precipitaram em suas escolhas, a bíblia declara: Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós. (1 Pe 5:7). O povo se precipita falando que seria melhor servir aos egípcios do que morrer no deserto. Veja a repreensão de Moisés nos versos 13 e 14:

   Moisés, porém, disse ao povo: Não temais; estai quietos, e vede o livramento do SENHOR, que hoje vos fará; porque aos egípcios, que hoje vistes, nunca mais os tornareis a ver. O SENHOR pelejará por vós, e vós vos calareis.

   Quando agimos na força do Senhor, usando a fé, não precisamos argumentar ou guerrear em nosso favor, Deus nos leva sobre as asas de águias (Êxodo 19:04), Ele se levanta com poder, a palavra declara que a nuvem de Deus se posicionou entre o povo e o exército inimigo. O que isso quer dizer? Que o Senhor é a nossa retaguarda! Aleluia! Agindo Deus quem impedirá?! Faraó só poderia atingir Israel se passasse pelo Senhor, da mesma forma é conosco, o diabo só poderá nos atingir se passar pela guarda de Deus. Quando Davi declarou o verso 07 do capítulo 20 de Salmos ele tinha absoluta certeza do poder e da ação do Senhor. Não há possibilidades de confiarmos sem dependermos, quando escolhemos a dependência estamos declarando: Senhor, mesmo que os meus olhos não vejam o livramento, tenho certeza que este acontecerá, pois se a boca do Senhor o disse certamente fará.

Vamos declarar juntos?
- Senhor, dependemos e confiamos em Ti!
 
Em Cristo,
Pr. Bruno Nakakura

Um dos maiores desafios para o homem é depender e confiar em Deus, mesmo tendo significados distintos estas palavras estão intimamente ligadas. Não há como confiar em Deus sem depender dele, ou mesmo depender sem confiar. Ele nos deu a oportunidade de escolha (Deuteronômio 30:19-20 / Isaías 48:18), de forma que podemos seguir a sua palavra esperando nele (Salmo 40:01), ou simplesmente agir por conta própria confiando na força do nosso braço. Neste contexto, o homem pode escolher o caminho em que quer andar, por isso Jesus declara: 

Adoração: Fruto de relacionamento

Escrito por Bruno Nakakura .

Adoração: Fruto de relacionamento

Texto Base: João 04:23

"Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem."

Este texto de João é um texto muito conhecido, utilizado em vários momentos relacionados à adoração, ele se torna singular quando observamos que o Pai não procura adoração e sim adoradores. O que atrai esta busca do Senhor? Muitas pessoas pensam que adoração está relacionada apenas a um período determinado do culto devido ao momento do louvor, outros acreditam que a adoração esta relacionada exclusivamente à música (o que não é verdade), e que ela é fruto de um momento apenas cultual, ou instante de devocional. Estes conceitos errôneos estão ligados basicamente ao mesmo motivo; a falta de relacionamento com Deus.

O poder da Adoração

Escrito por Bruno Nakakura.

O poder da Adoração

A Adoração nos conduz a um caminho de conquistas. Uma vez li num livro um conceito muito interessante sobre o que é adoração bíblica, dentre as muitas definições considero esta muito importante, segundo o texto, adoração é a resposta a uma revelação. Mediante a revelação de quem é Deus temos a oportunidade de externar através de uma linguagem, seja ela falada ou não, o nosso reconhecimento a Ele. Este reconhecimento leva-nos a atitudes que aos olhos humanos são completamente impensadas; adorar a Deus quando tudo "está perdido", invocar o nome do Senhor em meio às lutas, gloriar-se nas tribulações, são situações inerentes a um adorador. Deus é Espírito e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade, para compreendermos esta afirmação contida em João capítulo 04, temos que passar necessariamente pelo reconhecimento de quem é Deus. Partindo deste ponto podemos entender as bases da adoração; em espírito e em verdade.

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